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Bate-Papo do CONJOVE/ACIM teve como convidado um juiz empreendedor

Na noite da última quarta-feira, 17, o CONJOVE (Conselho de Jovens Empresários), órgão permanente da ACIM (Associação Comercial e Industrial de Marabá), realizou mais um Bate-Papo Empreendedor. O convidado foi o jovem juiz federal Heitor Moura Gomes, da 2ª Vara da Subseção Judiciária Federal de Marabá, que também faz parte do mundo empreendedor local, pois é sócio do irmão, Hugo Moura Gomes, no Bar Maverick 73, palco do evento.

Caetano Reis Neto, presidente do CONJOVE, destacou que a ideia de chamar um juiz para o Bate-Papo era de que ele falasse da sua trajetória acadêmica, do seu crescimento profissional e de sua experiência da esfera da Justiça Federal, mas também falasse como sócio de um empreendimento e de onde vieram as ideias que nortearam o surgimento dessa empresa.

Caetano Reis, presidente do CONJOVE.

Heitor Moura Gomes, que está em Marabá há cinco anos, falou de sua trajetória como juiz, sobre como um magistrado encara o empresariado e também e como está sendo a experiência dele como servidor público federal ao mesmo tempo em que é sócio de alguns empreendimentos. No decorrer do Bate-Papo ele também respondeu a alguns questionamentos, dirimindo várias dúvidas.

Hugo Moura Gomes, irmão de Heitor e sócio deste no Maverick 73, contou que sempre teve vontade de possuir um negócio de entretenimento noturno e, chegando a Marabá e expondo seus projetos ao irmão, ambos perceberam que havia uma carência desse tipo de negócio na cidade.

Hugo Moura Gomes, sócio-proprietário do Maverick 73.

“A gente foi amadurecendo a ideia de abrir uma casa noturna, que fosse climatizada, com a decoração mais diferenciada, buscamos várias ideias de como decorar, de como fazer um negócio diferente, aconchegante”, conta ele, que foi buscar um barman de São Paulo para desenvolver drinks diferentes, assim como os pratos servidos ali foram desenvolvidos por um chef também de São Paulo, que veio a Marabá treinar o pessoal da casa.

Hugo é engenheiro mecânico e veio para Marabá para trabalhar na profissão dele, trabalhou na Sinobras de 2014 até 2016 e, quando abriu o Maverick 73, optou por sair e cuidar dos negócios.

Durante o Bate-Papo, ele compartilhou um pouco dessa experiência com os demais jovens empreendedores: “Nossa história é um pouco semelhante à história dos nossos colegas empresários, empreendedores. Tenho certeza de que as dificuldades que a gente passa são parecidas”, disse ele, destacando que, quem não está no ramo das empresas eles não têm ideia e como é ser empreendedor e guarda a imagem equivocada de que o empresário “está sempre com o bolso cheio de dinheiro”. “Eu deixei de trabalhar empregado, mas, não por isso, trabalho menos, trabalho muito mais”, concluiu.

Após a troca de ideias entre os convidados e os demais jovens empreendedores houve sorteio de brindes, network e fechamento de negócios, tudo em clima de happy hour.

Por ASCOM/ ACIM