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Presidente da ACIM afirma que Caruaru deixa um bom exemplo para Marabá

Para o presidente da ACIM, Ítalo Ipojucan, o 1º Café com Negócios, atingiu satisfatoriamente seus objetivos, a partir do momento em que os participantes locais conheceram os números e tiveram informações sobre como se deu a implementação desse modelo em Caruaru, sem nenhuma matéria prima no ambiente, mas, com localização estratégica, de centro de convergência do tráfego de pessoas.

“Começou a partir de uma demanda, com uma história de mascate, e chegou onde está. O que fica de lição para nós? Estamos numa cidade premiada do ponto de vista de localização estratégica, com vários modais constituídos, outros em processo de implementação, que, definitivamente, consolidam a questão multimodal de transporte ofertado aqui”, salienta Ítalo.

Ele afirma que, matéria prima é o que mais existe em todos os segmentos locais e, mais que nunca, isso guarda a sintonia com a capacidade que Marabá tem que, a partir disso, empreender e estimular novos modelos.

“Como Wamberto bem referendou, Marabá tem uma grande condição de oferta de mão de obra. Por que nós não podemos sim, estimular o mundo empreendedor a apostar em uma investidura como essa? Com todo esse centro de convergência que é a cidade de Marabá?”, indaga  ele.

Para o presidente da ACIM, partindo disso, que impulsiona o comércio, e o empresariado começar a pensar na área mineral, na área do agronegócio, na área da própria logística, vai entender a infinidade de alternativas que a cidade oferece e para as quais, definitivamente, está faltando um estímulo, uma regulamentação, um órgão que realmente provoque o espírito empreendedor e dê as condições para se implementar.

“Aí é que entram as políticas públicas. Eu acho que aí, uma ação de governo nos estados é muito forte, aí uma ação do governo municipal é muito forte no sentido de criar o ambiente para que as coisas aconteçam. Então, eu acredito que o evento atingiu os objetivos, sim”, avalia Ipojucan.

Ítalo Ipojucan, presidente da ACIM

Os objetivos – lembra o presidente da ACIM – eram troca de experiências, conhecer como se deu o modelo, conhecer como ele se consolidou. “Mais do que nunca, quando nós analisamos os números da Associação Comercial de lá e puxamos para a nossa realidade aqui, começamos a entender o quanto distante nós estamos do razoável. Mas, por que? Eles demonstraram aqui uma cultura de associativismo muito forte, muita maturidade. E todos comprometidos com o processo de desenvolvimento”, destaca.

“A ação, realmente, é uma ação coletiva e que fortalece. Então, nós estamos engatinhando, mas eu acho que é em função e é por isso que eu acredito que deixa um bom exemplo para nós. Realmente, foi extremamente positivo. A minha avaliação é essa”, encerra Ítalo.

Por ASCOM/ ACIM