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ACIM PREPARA A CRIAÇÃO DA CÂMARA SETORIAL DAS CONFECÇÕES

A necessidade de mão de obra qualificada ainda se mostra um entrave para o crescimento econômico da região, em vários setores produtivos. Um desses segmentos é o das confecções, para o qual não falta demanda, uma vez que o vestuário é artigo de primeira necessidade. Porém as fabricas que aqui pretendem se instalar e as malharias já instaladas esbarram na carência de profissionais.

E foi com a intenção de buscar apoio para tentar resolver essa e outras questões que a empresária Dheime Tadei, que fabrica lingeries, e outras do ramo de confecções, procuraram a ACIM, após se associar na entidade.

Na Associação Comercial elas foram recebidas pela Diretora de Relações Públicas, Quelma Gonçalves, que também é Conselheira de Formação e Desenvolvimento do ACIM Mulher – Conselho da Mulher Empresária. Como já vinha percebendo a mesma necessidade de apoio de outras empresárias do setor, Quelma vislumbrou a criação da Câmara Setorial das Confecções. Assim, na última quinta-feira, 29, na sede da ACIM, aconteceu uma reunião que deu o pontapé inicial à criação do órgão.

Participaram do encontro a secretária municipal Secretaria de Assistência Social, Proteção e Assuntos Comunitários, Nadjalúcia Oliveira Lima; Derace Muriel Varão, do Departamento de Emprego e Renda da Seaspac; Aurilene Silva e Edna Oliveira, do Sebrae Regional; Carliane Saraiva da Silva, do Senai Marabá, Milane Santos, da Malharia Paz e Bem; e Dheime Tadei, da Lua Bela Lingeries.

Para Nadjalúcia Lima, a criação da Câmara Setorial das Confecções da ACIM é uma boa iniciativa, “partindo de empresárias muito corajosas”, e também vai beneficiar o público assistido pela Assistência Social, que são pessoas de baixa renda que, devidamente qualificadas, poderão ser inseridas o mercado de trabalho.

A empresária Dheime Tadei diz que se sente “abraçada, acolhida e lisonjeada” pelo fato de a ACIM estar abraçando a causa das pequenas fábricas de confecções: “A gente fica mais forte, porque as malharias vão juntar forças comigo para ver o que precisa de demanda, o que a gente consegue fazer junto com o Sebrae com o Senai e com a Assistência Social.  Estou confiante de que a gente vai conseguir desenvolver um bom trabalho nesse sentido”.

ASCOM/ACIM

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