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Presidente da ACIM diz que Centro de Convenções consolida a importância de Marabá na região

Presente à inauguração do Carajás Centro de Convenções “Leonildo Rocha”, na última sexta-feira (15), assim como os demais diretores da entidade, o presidente da ACIM – Associação Comercial e Industrial de Marabá -, Ítalo Ipojucan Costa, fez uma avaliação do que é esse equipamento público para a cidade e região. Para ele, o novo espaço de eventos é uma obra que marca definitivamente a abertura das portas de Marabá, que assim consolida sua importância no cenário regional, agora como alternativa para grandes eventos.

“Marabá fortalece assim essa natural característica de ser cidade de turismo de negócios, agora, com um atrativo principal que faltava: um centro de referência que pudesse estar realmente refletindo essa liderança como alternativa e ter uma estruturação que justificasse isso. O Centro de Convenções marca um novo tempo para a cidade nesse quesito”, destaca o presidente da ACIM.

O Centro, na visão empreendedora de Ítalo Ipojucan, vem dar uma dinâmica extremamente importante para todos os segmentos de Marabá. Ele acredita que o grande desafio, a partir de agora, é fazer um trabalho para que a cidade, definitivamente, seja inserida – e esse é o grande desafio – no calendário do Centro de Convenções, para que esse espaço se torne sustentável sem demora, seja rentável e impulsione os demais segmentos da economia local.

Proximidade

Sobre o Centro Regional de Governo, também inaugurado na sexta (15), Ítalo Ipojucan disse que era uma antiga aspiração da região. “Nós reivindicamos isso ao governador ainda na campanha dele, mostrando que o Estado deveria ter o cuidado de diminuir as distâncias com o centro de decisões, dada a extensão territorial do Pará, criando gerências ou secretarias regionais”, conta o presidente da ACIM.

Ele espera, porém, que o secretário Regional de Governo tenha autonomia, que não seja um mero “carimbador de mensagens”, mas alguém que “realmente defina ações estratégicas que atendam às dinâmicas do Poder Público da macrorregião do sul e sudeste do Pará, “evitando que todas as demandas tenham de ser alcançadas por Belém”.

“Essa é a nossa expectativa. Eu tenho, ainda, a apreensão por conta do desenho do Centro Regional, não conheço ainda qual é a estruturação, como vai funcionar, mas acredito que toda a medida, quando ela é projetada, é melhor que aconteça do que não aconteça. Antes tarde do que nunca”, enfatiza Ipojucan.

Ele acredita que essa proximidade do governo com a região, por meio desse novo instrumento, seja uma medida extremamente importante e alerta que, agora, o setor produtivo e o setor público precisam ter uma estreita relação para com essa nova estrutura de governo “para que realmente ela tenha eficácia, diga a que veio, mostre trabalho, mostre serviço e mostre que a distância realmente foi encurtada com essa vinda para a região”.

Ítalo Ipojucan, presidente da ACIM.

Transformação

Em seu discurso, ao lado do governador Simão Jatene, o presidente da ACIM, lembrou que estamos numa região em que lideramos um processo fantástico de transformação, uma fronteira do agronegócio que se consolida rapidamente e ano após ano vem batendo recordes de produção.

“Em 2024, nós vamos estar com 30 milhões de toneladas transitando por aqui e temos desafios enormes de transformar isso, de não deixar que não sejamos só corredor de passagem, mas que isso venha agregar valor, agregar riqueza, para o nosso pleno desenvolvimento”, previu Ítalo, afirmando que, além disso, caso se dispusesse a falar do setor mineral teria de alongar o discurso.

“Mas, eu queria destacar o seguinte: projetos estruturantes e que transformam estão acontecendo, projetos de Estado e não de governo, projetos que, saindo governo, entrando governo, vão ter a responsabilidade de continuar esses projetos, por sua natureza por sua envergadura”, advertiu o presidente da ACIM.

Ele destacou a existência de projetos no campo da siderurgia e de ferrovia, se referindo à Fepasa (Ferrovia Paraense), como empreendimentos que realmente vão mudar o cenário do Estado do Pará. “E nós, do sul e sudeste, que nos sentimos agraciados por estarmos contemplados nesse universo, queremos e acreditamos que essas coisas aconteçam e estamos participando efetivamente disso”, concluiu o presidente da ACIM.   projetos estruturantes e que transformam estão acontecendo.

Por ASCOM/ ACIM